Tempestade Solar de Categoria G3 Atinge a Terra com Intensidade Maior que a Prevista

NOAA elevou classificação do fenômeno para forte; pico da atividade geomagnética deve ocorrer entre sábado e domingo

Tempestade Solar de Categoria G3 Atinge a Terra com Intensidade Maior que a Prevista

Uma poderosa tempestade solar começou a atingir a Terra neste sábado, 4 de julho de 2026, com força superior à estimada inicialmente pelas agências de monitoramento espacial.

Diante da evolução do fenômeno, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos, a NOAA, revisou sua previsão e reclassificou o evento como uma tempestade geomagnética forte, de categoria G3, em uma escala que vai de G1, considerada menor, até G5, a mais extrema.

O pico da atividade deve se concentrar entre este sábado e o domingo, dia 5 de julho.

Os efeitos mais expressivos tendem a ser percebidos nas regiões próximas aos polos e em latitudes mais elevadas do hemisfério norte, embora as consequências possam repercutir em diferentes partes do globo.

Entre os possíveis desdobramentos da tempestade, os especialistas apontam oscilações nas redes de energia elétrica e disparo de alertas em sistemas de transmissão instalados em altas latitudes.

Além disso, satélites posicionados em órbitas mais baixas podem sofrer com o aumento do arrasto atmosférico, o que exige manobras de correção por parte dos operadores.

As comunicações por rádio, especialmente as de alta frequência, podem apresentar instabilidades, e astronautas em missões espaciais ficam sujeitos a maior exposição à radiação solar durante o período.

Por outro lado, o fenômeno traz um espetáculo natural: as auroras boreais podem surgir com intensidade acima do normal e serem visíveis em regiões onde raramente aparecem, alcançando latitudes mais baixas do que as habituais.

A origem da tempestade remonta a uma sequência de explosões solares registradas nos últimos dias. Uma delas foi classificada como erupção de classe X1.1, a categoria mais potente dentro da escala utilizada pelos cientistas.

O episódio gerou uma ejeção de massa coronal, uma nuvem de partículas carregadas liberada pela coroa solar, que viajou pelo espaço em direção ao planeta.

Ao interagir com o campo magnético terrestre, essa massa de partículas deu origem à tempestade geomagnética que agora está em curso.

Agências espaciais e observatórios ao redor do mundo seguem acompanhando a evolução do quadro, enquanto operadores de infraestruturas sensíveis permanecem em estado de atenção para minimizar eventuais transtornos causados pela perturbação magnética.

Às  temperaturas no Paraná subiram sgnificativamente conforme registros do SIMEPAR.

Com 14,1 °C em Fazenda Rio Grande e 15,5 °C em Guaratuba enquanto que no Noroeste a sensação foi de calor, especialmente em Cidade Gaúcha (27,4 °C) Diamante do Norte (27,2 °C) e Loanda (27,0 °C).

No momento,(23h) faz frio desde o Oeste até o Leste, com sensação de abafamento na metade norte do Paraná.

Rudi Walker

Fonte: NOAA / Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos e Simepar

 

CLIQUE AQUI: Participe do nosso grupo de WhatsApp