Filho de suspeito de chacina em Icaraíma é preso em operação contra o tráfico de drogas em São Paulo

Polícia confirma que prisão não tem ligação direta com investigação que apura morte de quatro homens no Noroeste do Paraná

Filho de suspeito de chacina em Icaraíma é preso em operação contra o tráfico de drogas em São Paulo
Filho de suspeito de chacina em Icaraíma é preso em operação contra o tráfico de drogas em São Paulo
Filho de suspeito de chacina em Icaraíma é preso em operação contra o tráfico de drogas em São Paulo Filho de suspeito de chacina em Icaraíma é preso em operação contra o tráfico de drogas em São Paulo

Carlos Eduardo Buscariollo, filho de Antônio Buscariollo e irmão de Paulo Ricardo Buscariollo, foi preso nesta terça-feira (19) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra o tráfico de drogas.

Apesar da prisão ter ocorrido em território paulista, a informação foi confirmada pelo delegado Thiago Andrade.

Segundo as autoridades, a detenção de Carlos Eduardo não possui relação direta com as investigações da chacina registrada em Icaraíma, no Noroeste do Paraná, que deixou quatro homens mortos em agosto do ano passado.

De acordo com a Polícia Civil, os principais suspeitos do crime continuam sendo Antônio Buscariollo e seu filho Paulo Ricardo Buscariollo, que seguem foragidos desde a época dos assassinatos.

Em março deste ano, uma operação conjunta das polícias civis do Paraná e de São Paulo foi realizada para localizar os suspeitos. Durante a ação, aparelhos celulares e outros objetos foram apreendidos para auxiliar nas investigações.

O caso completou nove meses neste mês de maio. Conforme apontam as investigações, Alencar Gonçalves de Souza teria contratado os cobradores Rafael Juliano Marascalche, Diego Henrique Afonso e Robishley Hirnani de Oliveira para tentar recuperar uma dívida de aproximadamente R$ 250 mil relacionada à venda de uma propriedade rural para a família Buscariollo.

As quatro vítimas foram surpreendidas em uma emboscada e executadas a tiros no dia 5 de agosto do ano passado.

Após o crime, os corpos e o veículo utilizado pelas vítimas foram enterrados em locais diferentes e só foram localizados mais de um mês depois, durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Paraná.

Fonte: Umuarama Ilustrado

Redação: Rudi Walker

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