Empresa de calçados é vítima de estelionato e mulher registra furto de celular em Pato Bragado
Um dos casos envolve clonagem de CNPJ e outro, a retirada de um celular por ex-companheiro.
Dois boletins de ocorrência foram registrados no destacamento da Polícia Militar de Pato Bragado nesta sexta e sábados dias 28 e 29 de novembro de 2025, envolvendo crimes de estelionato e furto simples.
Estelionato: CNPJ clonado causa prejuízo de quase R$ 6 mil
Na tarde de sexta-feira (28), por volta das 14h30, uma funcionária de uma empresa de calçados procurou a PM relatando que a empresa foi vítima de estelionato. Segundo informou, o cartão de postagem da empresa teve o CNPJ clonado, resultando em um prejuízo aproximado de R$ 5.919,00.
A comunicante esteve na agência dos Correios, onde foi orientada a registrar boletim de ocorrência. Ela também apresentou um relatório contendo as transações fraudulentas. Após o registro, recebeu orientações sobre os procedimentos necessários.
Furto simples: ex-cônjuge pega celular em conveniência
O segundo caso foi registrado no sábado (29), por volta das 19h30. Uma mulher relatou ter sido vítima de furto praticado por seu ex-companheiro. Ela estava em uma conveniência consumindo bebida alcoólica quando, por volta das 19h15, o homem chegou ao local e pegou seu telefone celular, afirmando que o aparelho seria dele.
A vítima, porém, afirmou que utiliza o smartphone há bastante tempo, que o recebeu como presente de aniversário do próprio autor e que seus dados pessoais constam no dispositivo. Disse ainda que a relação havia terminado por incompatibilidade de convivência e que não houve agressões ou ameaças no momento do fato.
A equipe policial foi até o local, identificou o suspeito e realizou abordagem. Em busca pessoal, foi encontrado no bolso dele um Xiaomi Redmi 10C preto. Com autorização de ambos, os policiais verificaram as mensagens no aparelho, confirmando que o uso era da vítima.
Questionado, o autor disse que comprou o celular originalmente e que, por não viver mais com a ex-companheira, decidiu “recuperar” o bem.
Diante da situação, vítima e autor foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon para os procedimentos legais.






















